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“ESTUDOS SOBRE A PALAVRA DE DEUS”
“ESTUDOS SOBRE A PALAVRA DE DEUS”

“ESTUDOS SOBRE A PALAVRA DE DEUS”
tradução de “Synopsis of the Books of the Bíble – John Nelson Darby

escrito de 1851 a 1863

SEGUNDA EPÍSTOLA A TIMÓTEO

continuação do capítulo 1

Mas resta ainda um aspecto do cumprimento da obra e dos desígnios de Deus, que ainda não abordamos: É a comunicação da verdade e do conhecimento de Deus. Esta comunicação é a obra do Espírito Santo na qual a Verdade e a Vida se reúnem, porque nós somos formados pela Palavra. É a energia divina na divindade, ativa em tudo o que põe Deus em relação com a Criatura ou a Criatura com Deus. Atuando de harmonia com a perfeição divina como Deus, em união com o Pai e o Filho, o Espírito Santo revela os desígnios de que temos falado e torna-os eficazes nos nossos corações, segundo o propósito determinado do Pai e pela revelação da Pessoa e da obra do Filho. Eu disse "a energia divina ", não como definição teológica, de que me não ocupo aqui mas como verdade prática; porque, embora tudo o que diz respeito à Criação seja atribuído ao Pai (exceto o Julgamento, que é inteiramente confiado ao Filho, por ser Filho do homem) e ao Filho, a ação imediata sobre a Criatura e sobre a Criação, onde tem lugar, é atribuída ao Espírito Santo.

O Espírito de Deus pairava por sobre as águas, quando esta Terra foi formada por Deus. Pelo Seu Espírito o espaço se povoou de astros. Nós somos nascidos do Espírito, selados pelo Espírito. Pelo Espírito têm falado os santos homens de Deus. O Espírito opera nos dons, distribuindo a cada um como lhe aprazo O Espírito presta testemunho com o nosso espírito, suspira em nós, e nós oramos pelo Espírito, se a graça de assim orarmos nos for concedida. O próprio Senhor Jesus, nascido como Homem neste mundo, foi concebido do Espírito Santo. Pelo Espírito de Deus Ele expulsava os demônios. O Espírito dá bom testemunho de tudo, quer dizer, de toda a verdade expressa na Palavra de Deus. O amor do Pai, a natureza e a glória do próprio Deus, o caráter de Deus, a Pessoa, a glória e o amor do Filho, a obra do Filho constituem o tema do testemunho do Espírito, com tudo o que diz respeito ao homem em relação com essas verdades. O testemunho do Espírito, quando a todas essas coisas é a Palavra; e, produzido por intermédio dos homens, toma a forma da verdade, formalmente apresentada por revelação. Cristo é a Verdade, como vimos já. Ele é o Centro de todos os desígnios de Deus. Mas isto de que falamos agora é da divina comunicação dessa verdade; e assim pode ser dito que a Palavra é a verdade (1). Mas, embora a verdade revelada seja comunicada por meio dos homens, de modo que toma uma forma adaptada ao homem, a sua origem é divina, e divino é Aquele que a tem comunicado - O Espírito, do qual nos é dito: "Ele não falará de Si mesmo" (João 16:13), quer dizer, separado do Pai e do Filho. Por conseguinte a revelação da verdade tem toda a profundidade, toda a universalidade de relações, a ligação inseparável com Deus (sem a qual não seria a verdade, porque tudo o que é separado de Deus é mentira), que a própria verdade possui, e possui necessariamente, porque é a expressão das relações de todas as coisas com Deus em Cristo, quer dizer, dos pensamentos do próprio Deus, de Quem todas essas relações são a expressão. A Palavra também julga, é verdade, tudo o que não estiver de acordo com essas relações, e julga segundo o valor da relação que foi quebrada, em coerência com o próprio Deus e com o lugar que essa relação tem nos Seus pensamentos (2). Quando esta Palavra é recebida no coração pela operação vivificante do Espírito Santo, ela é eficaz. Há fé. A alma está em relação viva, real e prática com Deus, de acordo com o que é expresso na revelação que recebeu. A verdade, que fala do amor de Deus da santidade, da purificação de todo o pecado, da vida eterna, da relação de filhos, coloca-nos, quando recebida no coração, em relação viva, real, atual, com Deus, de harmonia com a força de todas essas verdades, tal como Deus as conhece e as revelou à alma. Assim, elas são vitais e eficazes pelo Espírito Santo; e a fé é a consciência dessa revelação da verdade, como também da verdade do que é revelado, e do ouvido real da voz de Deus na Sua Palavra.

Mas tudo isto é verdadeiro na Palavra revelada, antes de crermos e a fim de crermos - a fim de que creiamos na Verdade, embora só o Espírito Santo ali faça ouvir a voz de Deus e desse modo produza a fé. E o que ali é revelado é, por um lado, a divina expressão do que concerne ao infinito, e, por outro, exprime-se no finito. Assim, a Palavra de Deus é a divina expressão de tudo o que tem a profundidade da natureza de Deus - do Qual tudo provém, com os direitos do Qual tudo está em relação - mas que é desenvolvido (visto que esta Palavra se ocupa do que está fora de Deus) na Criação e no finito.

A união de Deus e do homem na Pessoa de Cristo é o Centro ­o Centro necessário, pode-se dizer (agora, que O conhecemos) - de tudo, como temos visto. A Palavra inspirada é a sua expressão segundo a perfeição de Deus e (Deus seja louvado por isso, porque o Salvador é o grande tema das escrituras, "porque - diz Ele - elas... dão testemunho de Mim") em formas humanas.

Mas esta Palavra, sendo divina, inspirada, é a divina expressão da natureza, das Pessoas e dos planos divinos. Nada que não seja inspirado desta maneira pode ter este lugar porque nada, senão Deus, pode exprimir perfeitamente ou revelar o que Deus é. A Palavra é, por  conseguinte, infinita no que corre nela, porque é expressão das profundidades da natureza divina e está ligada a essas profundezas. Por isso ela é infinita, embora expressa em sentido finito; é finita na sua expressão e, por isso, adaptada ao homem finito. Nada mais, embora fluindo e jorrando da mesma fonte, é a divina expressão dos pensamentos e da verdade divinos; nada mais está em ligação direta e sem mistura com a fonte. A união imediata está quebrada; o que é dito já não é divino. O que é dito pode bem conter verdades, mas falta a derivação viva, o infinito, a ligação com Deus, o que deriva imediatamente e de maneira não interrompida de Deus. O infinito já ali não está. A árvore cresce pela raiz, e todas as suas partes, desde a raiz até às folhas, formam um conjunto. A energia da vida corre ali, é uma seiva que vem da raiz. Podemos considerar uma parte da árvore como Deus a colocou, como considerar uma parte da árvore como Deus, a colocou, como parte da árvore. Podemos ver a importância do troco, a beleza do seu desen­volvimento nos mais pequenos pormenores, a imponente grandeza do conjunto onde a energia vital reúne a liberdade e a harmonia das formas, podemos sentir que é um todo, unido pela mesma vida, como esse todo é produzido por ela. As folhas, as flores, os frutos, tudo nos fala do calor desse sol divino que os desenvolveu, da fonte jorrante e inesgotável que os alimenta. Mas não se pode separar uma parte da árvore, por muito bela que seja, sem lhe tirarmos a energia da vida e a sua relação com o todo.

Quando o poder do espírito de Deus produz a verdade, ela desenvolve-se em união com a fonte, quer na revelação, quer mesmo na vida e no serviço do indivíduo, embora, nos dois últimos casos, haja, pela fraqueza do homem, uma mistura de outros elementos. Quando o espírito do homem aprende e quer formular a verdade, faze-o segundo a capacidade do homem, que não é a sua fonte. A verdade, tal como ele a exprime, ainda que seja pura, é separada da sua origem e do seu conjunto; e, por outro lado, a fórmula traz sempre a marca da fraqueza do homem. O homem não apreende a verdade senão mui parcialmente, e, quando a expõe, não expõe senão uma parte. A partir daí ela já não é a verdade. Aliás, quando o homem a separa do conjunto da verdade onde Deus a colocou, é absolutamente necessário que a revista de uma nova forma, de um invólucro que vem do homem e então imediatamente o erro se mistura com ela! Assim, a verdade que ele reproduz já não é a parte vital do conjunto; é a parcial, e, portanto, não é a verdade pois está, de fato, misturada com o erro. É a teologia.

Na verdade há, quando Deus a exprime, o amor, a santidade, a autoridade que estão n'Ele, a expressão das próprias relações de Deus com o homem e da glória da Sua Pessoa. Quando o homem formula a verdade, tudo isto falta e nem mesmo poderia encontrar-­se na sua expressão da verdade, porque é o homem que a formula. Já não é Deus que fala. Deus formula perfeitamente a verdade por meio de palavras certas. Se o homem se põe a formular a verdade, a sua fórmula já não é a verdade dada de Deus. Assim, é de toda a importância manter firme a verdade tal como deus a formulou, fixar o tipo, a forma ou modelo da sua expressão; guardando-a, está-se em relação com Deus, de acordo com a certeza do que ele nos revelou. Esta revelação divina da verdade é o seguro recurso da alma, quando a Igreja tiver perdido a sua força e a sua energia, e já não for um sustentáculo para os fracos, e quando aquilo que usa o nome de Igreja já não responder ao carácter de “coluna e... baluarte da verdade” que lhe é dado na primeira epístola (3).

A verdade, a verdade clara, positiva, dada como revelação de Deus em palavras revestidas da Sua autoridade, nas quais Ele mesmo formulou esta verdade, comunicando os fatos e os pensamentos divinos necessários para a salvação dos homens e para a sua participação na vida divina, eis o que é preciso manter firme.

Estamos seguros da verdade quando retemos as mesmas expressões de Deus que a encerram. Eu posso, pela graça, falar da verdade com toda a liberdade, procurar explicá-la, comunicá-la, fazê-la pesar na consciência segundo a medida da luz e do poder espiritual que me foram concedidos; posso procurar demonstrar a sua beleza, as relações das suas diferentes partes entre si; todo o Cristão, e em particular aqueles que têm um dom de Deus, conferido com esse fim, podem fazê-lo; mas a verdade que eu explico e que proponho é a verdade tal como Deus a deu com as Suas próprias palavras na revelação que dela fez. Retenho o modelo das sãs palavras que recebi de uma fonte divina e por uma autoridade divina. Ele dá-me uma certeza quanto à verdade.

É importante notar aqui o papel da Igreja, se ela for fiel. A Igreja recebe e mantém a verdade na sua própria fé; guarda-a, é-lhe fiel, é-lhe sujeita como a uma verdade, a uma revelação que vem do próprio Deus. Ela não é a fonte da verdade. Enquanto Igreja, ela não a propaga, não a ensina. Ela diz: "Eu creio", e não "crede". Dizer "crede" é a função do ministério no qual o homem está sempre, individualmente, em relação com Deus, por meio de um dom que d'Ele recebeu e por cujo exercício ele é responsável perante Deus. Isto é da maior importância. Os que têm esses dons são membros do corpo. A Igreja exerce a sua disciplina a respeito de tudo o que é carne neles, no exercício real ou aparente do dom, como em tudo o mais. Conserva-se na pureza, sem ter em consideração a aparência das pessoas, sendo dirigida neste. disciplina pela Palavra de Deus, porque é a sua responsabilidade; mas não ensina nem prega.

A Palavra de Deus está antes da Igreja, porque esta foi congregada pela Palavra. Os apóstolos, Paulo, aqueles que foram dispersos pelas perseguições, muitas outras almas fiéis têm anunciado a Palavra - e assim a Igreja tem sido formada. Há quem diga que a Igreja foi formada antes das Escrituras. Pelo que diz respeito ao conteúdo escrito do Novo Testamento, isso é verdade, mas a Palavra pregada é muito anterior à formação da Igreja. A Igreja não é, de modo nenhum, a fonte, mas sim o fruto. A própria edificação da Igreja reunida vem diretamente de Deus, pelos dons que Ele concedeu - o Espírito Santo distribuindo a cada um como Lhe aprazo.

 

As Escrituras são o meio que Deus tem empregado para conservar a verdade, para nos dar a certeza dela, face à falibilidade dos instrumentos da sua propagação, depois que a revelação cessou.

 

Se, no princípio, Ele encheu de tal modo alguns homens do Seu Espírito que o erro era excluído da sua pregação; se, além disso, deu então revelações nas quais não havia senão a Sua própria Palavra, não é menos verdade que agora, em tese geral, a pregação é o fruto da ação do Espírito Santo nos corações. Há, pois, somente medida de espiritualidade e, por conseguinte, possibilidade de erro. A respeito dessas comunicações, seja qual for o poder da ação do Espírito, temos de nos julgar (ver Atos 17:11; P. Coríntios 14:29). Veremos mais à frente que as Escrituras são o que dá segurança, nesse julgamento, àqueles que são conduzidos por Deus.

 

Encontramos assim, nos caminhos de Deus a respeito do assunto de que nos ocupamos agora, três coisas estreitamente unidas, mas diferentes: O ministério, a Igreja e a Palavra de Deus, isto é, a Palavra escrita. Quando a Palavra de Deus não é escrita, entra na categoria do ministério.

 

O Ministério - pelo que concerne à Palavra, porque o ministério da Palavra não é o único serviço - prega ao mundo e ensina ou exorta os membros da Igreja.

 

A Igreja ou (Assembléia) goza da comunhão de Deus, é alimentada e cresce por meio daquilo que os diversos membros lhe fornecem. Conserva a verdade, e testemunha da verdade na sua confissão. Mantém a santidade pela graça e pela presença do Espírito Santo, goza da comunhão mútua e, em amor, cuida das necessidades temporais de todos os seus membros.

 

A Palavra Escrita é a regra, dada por Deus, que contém tudo o que Ele revelou. É completa (Colossenses 1:25) e pode, visto ser a verdade, constituir o meio de comunicar a verdade à alma. O Espírito Santo pode empregá-­la como meio, mas, em todo o caso, ela é a regra perfeita; é a comunicação, que faz autoridade, da vontade e dos pensamentos de Deus para a Igreja.

A Igreja é submissa; deve ser fiel e não ter vontade própria. A Igreja não revela. Mantém a verdade na sua confissão. Vela por aquilo que tem. Não comunica. Recebeu, deve guardar fielmente O Homem dirige (isto é, Cristo); a mulher obedece e é fiel aos pensamentos do seu marido, ou pelo menos, deve sê-lo (1 í! Coríntios 11). É isto a Igreja. Os oráculos de Deus são lhe confiados; ela não os dá: obedece-­Ihes.

O ministério é individualmente obrigado a esta fidelidade. Isto compreende-se, e, nesta epístola, temos muito particularmente que ver com esta responsabilidade individual. O que a Igreja é sob este aspecto é-nos revelado na Primeira Epístola a Timóteo (capítulo 3: 15). Aqui o indivíduo deve manter inabalável esse modelo de sãs palavras que recebeu de uma fonte divina, porque o apóstolo na sua função apostólica, era como instrumento, uma fonte divina de verdade. Nem Timóteo nem a Igreja podiam formular um tal modelo de sãs palavras; a sua porção consistia em conservá-lo firme, depois de o terem recebido.

E aqui, como dissemos, o indivíduo, por muito infiel que seja a Assembléia, tem o dever de ser fiel, e de sê-lo sempre.

Eis, pois, o que há a fazer:

Devemos - eu devo conservar a verdade verificada tal como é formulada no que nos foi revelado. Devo conservá-la, não apenas como proposição, mas sim em união com o Chefe, na fé e no amor que está em Cristo Jesus. A força para cumprirmos esse dever vem-nos de cima, porque aqui um outro ponto nos é apresentado: O Espírito Santo foi, na verdade, dado à Igreja, mas, nesta passagem, trata-se de um tempo de infidelidade (verso 15). O Espírito Santo é dado ao homem de Deus, a cada Cristão e a cada servo, segundo o serviço que lhes é destinado. Pelo Espírito Santo, nós devemos guardar o bom depósito que nos foi confiado. É o que o homem de Deus tinha de fazer em tempos como os que então corriam. Mas agora essa infidelidade já foi muito mais longe. Possuindo a promessa da vida eterna e abandonado pela multidão dos falsos cristãos, o Cristão fiel deve manter firme a verdade, tal como foi formulada pela autoridade divina (é esta verdade que nós temos na Palavra de Deus, e não somente a doutrina; porque se pode pretender ter a doutrina de Pedro ou de Paulo, mas não se poderia pretender ter as suas palavras - a forma da verdade tal como Pedro ou Paulo a deram noutro lugar, que não nos seus escritos), e manter essa verdade firme na fé e no amor que estão em Cristo. É preciso também, pelo poder do Espírito Santo, guardar a substância da verdade, o que nos foi confiado como tesouro, o depósito das riquezas e da verdade divinas que nos foi dado como nossa porção neste mundo.

Nos versos 15-18 vemos a multidão dos cristãos inteiramente afastada do apóstolo, de sorte que a afeição e a fidelidade de um apenas eram para ele de um grande preço. Que extraordinária mudança se não tinha operado já na Cristandade, desde o princípio do Evangelho! Comparemos isto com Tessalonicenses ou Efésios:

Era o mesmo povo no meio do qual (Éfeso era a capital do que aqui é chamado a Ásia) Paulo tinha pregado, de sorte que todos aqueles que habitavam na Ásia tinham ouvido o Evangelho (Atos 19:10), e veja-se como todos o tinham agora abandonado.

Todavia, não é necessário supor que todos tivessem abandonado a profissão do Cristianismo; mas a sua fé tinha enfraquecido, e não gostavam de se identificar com um homem mal visto das autoridades, desprezado, perseguido, prisioneiro, com um homem que, pela sua energia atraía sobre si injúrias e dificuldades pessoais. Afastavam-se de Paulo e deixavam-no responder sozinho pelos seus atos. Triste conseqüência da decadência espiritual! Mas de que sentimento não é preciso que o homem de Deus esteja animado num tal momento!...

1)É por isso que também nos é dito (I' de João 5:6): "O Espírito é a verdade".

2) Isto é verdade quanto à culpabilidade. Mas sendo deus perfeitamente revelado - e isto em graça - como o Pai e o Filho, a nossa concepção da ruína em que estamos tem bem mais profundidade do que o sentimento da nossa .culpabilidade, que interrompeu as relações precedentes. Éramos culpados segundo a nossa responsabilidade como homens; mas estávamos sem Deus no mundo, e isto (quando se conhece Deus) é uma coisa terrível. O início da Epístola aos Romanos trata da questão da nossa culpabilidade; Efésios 2 trata do estado em que nos encontrávamos; João 5:24 é um breve resumo da graça quanto a essas duas coisas. A relação é agora inteiramente nova, sendo baseada nos desígnios de Deus, na redenção e na nossa adoção como filhos de Deus.

3) As doutrinas ou dogmas da Escritura têm a sua importância e adaptam-se à alma mais simples nisto: São fatos e assim objetos de - e de maneira nenhuma simples noções. Assim, que Cristo é Deus, que Cristo é Homem, que o Espírito Santo é uma Pessoa, e outras declarações semelhantes são featos aprendidos pela fé na alma mais simples.

 

Referências para o estudo bíblico - Dicas para a escola dominical