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ANÁLISE DE FAMÍLIAS DA BÍBLIA
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ANÁLISE DE FAMÍLIAS DA BÍBLIA

Provérbios 17,6

Meus amados no Senhor! Penso que posso dirigir-me a vocês desta forma, já que estas páginas são destinadas àqueles que Lhe pertencem, e este livro faz de todos nós uma família, onde cada um é caro ao próximo. Faço votos que suportem um velho, que gostaria compartilhar algumas lições aos membros mais jovens dessa grande família; lições estas que ele tentou aprender com as criancinhas alegres, que outrora viviam em sua casa - e agora, estão longe.

Talvez seria melhor dizer, que são lições, que nosso querido Mestre (Mat. 23,8) procurou ensinar-me através de Sua Santa Palavra, pois também isto é verdade. É possível que o Nosso Senhor se faça valer tanto da Sua Palavra, como também de nossos filhos, para nos ensinar certas lições - talvez, para que não fiquemos apenas na teoria.

Certamente vocês já viram uma criança, que sentia grande dificuldade com alguma tarefa.

Talvez o professor foi obrigado a devolver o trabalho diversas vezes, e em conseqüência das muitas lágrimas derramadas, o papel ficou todo manchado, mesmo antes de ter aprendido a lição. Também algumas destas páginas foram regadas a lágrimas, e ainda, não estou bem certo, se o escritor aprendeu as lições que ele gostaria compartilhar.

Só não pensem, que ele fala de modo arrogante e presunçoso; não é este o caso. Muitas das lições lhe provocaram tanta dor, que finalmente deixou tudo de lado, decidindo não continuar a escrever. Tudo ficou parado por diversos anos. Tem-lhe acontecido como a uma criança desanimada, que escondeu o seu caderno de exercícios, porque este lhe mostra bem claro os borrões, erros e fracassos. Contudo ele não pôde deixá-lo escondido; foi obrigado a retirá-lo do esconderijo para tentar concluí-Ia. Vocês não precisam ler muito para verificar, que estas páginas foram escritas para certos olhos muito especiais: para olhinhos que muitas vezes fitavam com carinho os olhos que correspondiam amorosamente a esse olhar. Portanto, perdoem o estilo franco e confidencial, visto que nada foi modificado. Este livrinho não lhes seria apresentado, se não fosse o fato de que eu - como nosso querido irmão Paulo expressa - sou um "devedor".

Nós vivemos em "tempos difíceis" (perigosos) que foram previstos na Escritura (2Q Tim. 3,1); portanto não é fácil, criar os nossos filhos. O Senhor mesmo diz: "Criei filhos e os eduquei; mas eles estão revoltados contra mim" (Isa. 1,2).

Infelizmente, encontra-se nos corações de nossos filhos (como também nos nossos) aquilo que por natureza os leva a enveredar pela direção errada, e somente a Graça de Deus supre tudo aquilo que os pais necessitam. Graças à Deus, que Ele considera nossos filhos como "santos" (P Cor. 7,14), e diz: "Minha Graça te basta".

Se estas páginas servirem como um encorajamento ou uma advertência a alguns jovens pais, serei cordialmente grato. Que o Senhor da Esperança esteja com vocês, queridos pais.

Um avô

 

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