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Referências para o estudo bíblico
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Referências para o estudo bíblico

Um auxílio para professores de escola dominical e amigos da Palavra de Deus.

DESCRIÇÃO DAS HISTÓRIAS DA BÍBLIA

*Sugere-se que os versículos indicados com asteriscos sejam decorados.

 

47A questão: que devo fazer? Lc 10:25-29

O Bom Samaritano: v. 30-37

Explicação e ensinamentos:

Um doutor da lei perguntou, com segundas intenções, quais seriam as condições para que se tornasse participante da vida eterna (faça uma comparação com o caso do príncipe, em Lucas 18:18). A posse da vida, mesmo que não seja da "vida eterna", embora fosse uma vida sem fim, tinha sido assegurada ao judeu, caso ele obedecesse à lei do Sinai (Lv 18:5). Mas em decorrência da queda do homem no pecado, não havia possibilidade de obediência àquela lei, sendo a morte o salário do pecado, e a vida eterna, o dom gratuito de Deus (Rm 6:23).

A resposta do doutor da lei foi bastante acertada (uma composição de Dt 6:5 e Lv 19: 18). O cumprimento da lei é um amor íntegro a Deus e amar ao próximo como a si mesmo. O que acontece é que o homem pensa poder contentar a Deus por exercícios exteriores. Porém, é fácil deduzir, a partir da vida cotidiana do homem, que ele não ama o próximo como a si mesmo, visto que é egoísta. A consciência do doutor da lei dá-se conta disso, motivo pelo qual ele pergunta: E quem é o meu próximo?

O Senhor mostrou, pela parábola que segue, que ao doutor da lei faltava ainda o principal: o amor. A lei exigia o amor, mas a graça o dá (Rm 8:3-4; *5:5). Além disso, os sacerdotes e levitas, segundo a lei, não deviam se aproximar de um moribundo. Nem os sacrifícios (que falam do sacerdote), nem a lei e as purificações (que falam do levita) podiam dar a nova natureza ao espiritualmente morto. Só o Senhor é capaz de fazer isso; Ele, que amava a Deus de todo o coração e ao próximo como a Si mesmo, e até mais do que a Si mesmo, pois chegou 'a dar a sua vida pejo próximo. O bom Samaritano não perguntou:

"Quem é o meu próximo?" O amor no seu coração faz que seja ele o próximo de todo o necessitado.

Essa parábola é também uma representação da remissão e salvação de todo o homem.

"Um certo homem" descia de Jerusalém (a morada de Deus e cidade das bênçãos). Esse trajeto era muito perigoso: Solitário, deserto, lugar rico em esconderijos para assaltantes; da mesma forma o pescador, do paraíso, lugar de bênçãos, se distanciou de Deus e desceu ao encontro da perdição. Por Satanás, o "homicida" conforme se vê em Jo 8:44, o homem é levado à miséria e ruína, segundo alma e corpo, a ponto de ficar indefeso, sim, "meio morto". Conforme Ef 2:1 até "totalmente morto". Quem socorre o pecador? Nem sacrifícios, nem a lei, mas somente o Senhor, o "Verdadeiro Samaritano" que veio do céu para morrer pelos perdidos.

[Do sacerdote, lemos que ele descia "ocasionalmente" pelo caminho; do mesmo modo, o levita. Assim também a lei veio como que "por acaso"; primitivamente não havia a intenção e o decreto de estabelecer a lei (Rm 5:20). O Samaritano, que é o Senhor Jesus (que aliás foi insultado com esta designação "Samaritano" - Jo 8:48), não veio "ocasionalmente", mas conforme decreto eterno 1 Pe 1:20; Hb 10:7)].

Depois que o pecador encontra salvação e paz, o Senhor o leva para a hospedaria, isto é, para a comunhão dos filhos de Deus, para que ai ele receba os cuidados necessários, até que o Senhor volte (v.35; Jo 14:3). Posteriormente, o Senhor há de recompensar qualquer fidelidade e cuidado que lhe forem dedicados (2 Ts 2:19; Ap 22:12).

O Senhor deseja que nós sejamos semelhantes ao "Bom Samaritano; e que sacrifiquemos em favor do próximo o nosso tempo, conforto, dinheiro e força e até, caso se faça necessário, a própria vida (*1 Co 10:24; Tg 2:8; 1 Jo 3:14 e 16; *Rm 13:8­10).

Por natureza, somos semelhantes ao que caiu nas mãos dos salteadores, mas, depois de convertidos, devemos ser semelhantes ao "Bom Samaritano". 

* As citações entre colchetes requerem um maior conhecimento bíblico, e podem ser deixadas de lado conforme a idade das crianças.

 

48. Marta e Maria Lc 10:38-42

Explicação e ensinamentos:

O Senhor está a caminho para Jerusalém. No trecho entre Jericó (que fica na planície do Jordáo) e Jerusalém, fica Betânia. Quem morava aqui em Betânia? Era Marta, provavelmente a irmã mais velha de Maria e Lázaro. Ela recebeu o Senhor em sua casa. Ambas as irmãs, aparentemente, eram abastadas, pois tinham casa própria e um sepulcro (Lc 10:38 e Jo 11: 17); também o unguento de nardo puro não podia ser comprado por pouco dinheiro (Jo 12:35). As irmãs eram ambas crentes no Senhor (Jo 11:25).

Marta, na verdade, gosta de escutar as palavras do Senhor, mas ela não gasta tempo para ouvi-LO. Parece que nem o Senhor nem Sua palavra eram a prioridade de Marta, mas o trabalho. Não vamos censurar o serviço dela. O Senhor também não a teria censurado, mas porque ela exigiu que Ele censurasse a Maria, que tinha escolhido "A Boa Parte", o Senhor teve que dizer a Marta qual é a parte preferível. O Senhor Jesus deve possuir em nossos corações o primeiro lugar. Não é suficiente que sejamos convertidos e trabalhemos para Ele; Ele quer representar o tesouro e a alegria dos nossos corações (compare com Ap 2:2-4). Nós precisamos calma e concentração perante o Senhor e Sua Palavra. Marta lembra um crente que atribui mais importância à sua atividade, ao ministério, do que à comunhão com o Senhor.

Quão diferente é Maria! Quais seriam seus pensamentos? Jesus está aqui; o meu Salvador e Senhor! Eu preciso estar aos Seus pés, escutando as Suas palavras de graça e de verdade, palavras das quais vive a minha alma. O Senhor anseia por corações que O amam e O procuram, pois Ele nos amou primeiro e nos procurou. O serviço posso recuperar mais tarde, ela pensa. O trabalho então irá melhor, porque dai o coração está alegre e feliz. "Na tua presença há abundância de alegrias; à tua direita hã delicias perpetuamente". (SI 16:11). Maria estima ao Senhor e à Sua palavra acima de tudo (* SI 45:2). Ela quer estar aos Seus pés e receber dEle palavras de vida (* Dt 33:3). Essa é a boa parte, a única" que é necessária" . Este amor e devoção ao Senhor, esta "Boa Parte", foi o que capacitou Maria para mais tarde também fazer a "Boa Obra", aquela que deveria ser contada em todas as partes dó mundo em que o evangelho fosse pregado (Mc 14:6; essa mulher foi Maria: Jo 12:3). Podemos notar na pessoa de Paulo, que igualmente escolheu a "Boa Parte", quão fervoroso e ao mesmo tempo fiel no trabalho é um tal coração!

 

49. O Cego de Nascença

  1. A cura do cego de nascença: Jo 9:1-12.
  2. O primeiro interrogatório dele, perante o conselho: v. 13-17.
  3. O interrogatório de seus pais: v.18-23.
  4. O segundo interrogatório do que fora cego: v. 24-34.
  5. O final glorioso: v. 35-41.

Ou:

  1. O cego de nascença se lava e vê: v.1-7
  2. O cego de nascença testemunha de Cristo, seu Salvador: v. 8-34
  3. O cego de nascença se toma um adorador feliz: v. 35-41

Explicação e ensinamentos:

Saindo de Betânia, o Senhor se dirigiu à Festa dos Tabemáculos, e ao fim da mesma, num sábado, curou o cego de nascença. Este cego é uma verdadeira figura do homem: antes da conversão, cego e pobre. Os discípulos, baseados na lei (Ex 20:5), logo pensaram que fosse um juízo por parte de Deus. O Senhor, porém, vê nele uma oportunidade para manifestar o Seu poder e a Sua graça, para glorificação de Deus e para o bem do coitado.

"O dia" (v. 4) é o presente tempo da graça em que as obras de Deus se manifestam aqui na terra, cenário do pecado e da miséria. É nos crentes que estas "obras de Deus" são manifestas; aliás são eles que são Sua obra, são "feitura dEle" (* Ef 2:10). Eles eram cegos, mas agora vêem; estavam mortos e agora vivem. (Com referência ao sábado e às obras que o Senhor Jesus operou nesse dia, compare o que ficou exposto no tópico 38 - Vol. 37, nº 2, pg. 89). A lei inquiria ao transgressor, visando castigo, mas Deus estava presente ali, em Cristo, para curar e para Se glorificar (v.3). O Senhor untou os olhos do cego com um lodo feito de saliva e terra, o que talvez seja urna figura da "Loucura da Pregação"; da cruz de Cristo e da salvação (* 1 Co 1:21). Depois que o cego, em obediência à palavra do Senhor, se lavou no tanque de Siloé, que quer dizer: "enviado", ele viu. Dessa mesma maneira o Senhor, hoje, trata com as almas. Ele as toca, faz com que ouçam a Sua. palavra. Mas continuam não vendo nada enquanto apenas tiverem o Senhor Jesus por uma pessoa de alta posição. Mas logo que o homem crê no Senhor Jesus, como o Filho de Deus, ao qual Deus "enviou" para ser o Salvador, lhe sobrevém a luz e vida divinas.

Descreva, na escola dominical, a alegria do curado, que depois de ter ficado dia após dia, ano após ano sentado à beira do caminho, mendigando, nada podendo ver, agora podia ver a maravilhosa criação de Deus! Assim sucede ao pecador quando finalmente encontra salvação e paz no Senhor Jesus (* Is 61: 10).

Será que os judeus se alegraram de que este cego agora via? Não, antes há perturbação e inimizade, tal qual havia no palácio real de Herodes quando nasceu o Senhor Jesus. Trava-se agora uma dura luta entre os espiritualmente cegos, inimigos do Senhor Jesus, e o curado, que fora cego. A luz que este recebeu o faz grato ao Senhor, e decidido ao Seu lado. Ele, que antes havia sido apenas um pobre mendigo, agora é uma testemunha destemida do Senhor, até mesmo perante os fariseus e os principais do povo. Ele não soube responder a todas as perguntas, mas uma coisa lhe dava firmeza: "uma coisa sei, e é que havendo eu sido cego, agora vejo." - Os fariseus procuravam apanhar o curado por meio de palavras bonitas, de aparência piedosa (v.24), queriam convencê­-lo de que o Senhor estava em contradição com a religião dos Pais (v. 28-29). Mas Ele lhes demonstra que a contradição é deles perante Cristo (v.30).

Em sua disputa com os fariseus, o que fora curado não encontrou apoio nos seus colegas e nem mesmo nos próprios pais, visto que estes temiam ser excomungados do mundo piedoso (Mt 5:11-12;Jo 16:2; *SI 27:10). O seu testemunho não é abalado, ele segue em frente a ponto de ser expulso da sinagoga. Seu fiel testemunho e confissão o conduz até "fora do arraial", a confissão judaica. O Senhor Jesus, sempre interessado pelo que fora cego, ouviu que o tinham expulsado, e o procurou, revelando-se-lhe como o filho de Deus. Aquele homem que era fiel naquilo que sabia a respeito do Senhor Jesus, deveria conhecê-lo plenamente. Assim age o Senhor. Ao que é fiel naquilo que sabe a respeito dEle, o Senhor concede nova luz, cada vez mais luz e maior graça (*Lc 19:26). O cego, tão logo sabe que o Senhor é o Filho de Deus, adora-O. Que magnífico contraste entre o passado e o' presente dele! Ele, que fora cego segundo corpo e espírito, assentado à beira do caminho, mendigando, em pobreza, agora pode ver e é um feliz adorador do Filho de Deus, no qual habita toda a plenitude. Porventura lhe falta agora alguma coisa? Onde ele estaria melhor: naquela sinagoga escura, sem o Senhor Jesus, ou com Ele fora da mesma? (* Hb 13: 13).

Aos Fariseus cegos, porém, e a todos os justos em si mesmos, o Senhor diz: Bom seria que soubésseis que sois cegos, pois então haveria esperança e socorro para vós, mas porque dizeis: "vemos", o vosso pecado e cegueira permanecem.

Toda a pessoa, em obediência à palavra do Senhor Jesus, deve:

  1. Lavar-se, e ficará vendo,
  2. Em consequência deve testemunhar fielmente sobre o Senhor Jesus num mundo cego.
  3. Adorar o Filho de Deus, e por ele a Deus, o Pai.

 

50. O Bom Pastor

  1. Como o Senhor Jesus se tomou o Pastor das Ovelhas: Jo 10:1-6.
  2. O Senhor Jesus, a porta das ovelhas: v. 7-10.
  3. O Senhor Jesus, o Bom Pastor: v. 11-18.
  4. A Salvação Eterna das Ovelhas: v. 27-30.

Explicação e ensinamentos:

Ainda na presença daqueles Fariseus e Escribas, que devido à sua fiel confissão expulsaram o "Cego de Nascença" da sinagoga, não demonstrando, assim, serem bons pastores, mas mercenários, o Senhor fala do verdadeiro "Bom Pastor" das ovelhas. No oriente, muitas vêzes alguns pastores se associam e juntos apascentam seus rebanhos em uma área cercada por um muro (aprisco); visando proteção contra ladrões. Na entrada desse cercado há um vigia armado (porteiro) que deixa entrar somente pastores conhecidos. Portanto, se alguém quiser roubar, terá de entrar por outro lugar. Pela manhã, vêm os pastores, e cada um chama as suas próprias ovelhas pelo nome, separando assim os rebanhos, e os conduzem para as pastagens. Onde há obstáculos, o pastor aplaina a passagem. O Pastor, também, protege as ovelhas contra o lobo e outras feras, usando de sua força e armas. Um pastor no oriente está, as vezes, armado como um guerreiro.

  1. Os judeus representavam um curral de ovelhas; Deus havia levantado um cercado ou um muro em volta deles, por meio da lei e ordenanças de sacrifícios (Ef 2: 11­15). A intenção era que as ovelhas ficassem protegidas, até que viesse o Messias. Agora, no entanto, haviam vindo outros (os sacerdotes e os príncipes), para se apoderarem das ovelhas, contudo, não na maneira prescrita por Deus. Somente o Senhor Jesus passou pela porta, isto é, somente Ele se sujeitou às prescrições de Deus, sendo obediente à lei. Ele se identificou com o remanescente que para arrependimento era batizado no Rio Jordão, aceitando também o batismo; o Senhor se submeteu às tentações de Satanás, não usando o Seu poder em próprio favor, mas em prol das ovelhas, as quais Ele amava. Ele era o Jeová da Antiga Dispensação, que prometera vir pessoalmente para cuidar das Suas ovelhas (Ez 34:11-16; compare também Mt 9:36). Quão diferentes eram os pastores de Israel! (Ez 34:2-4). Eles procuravam o próprio bem, eram egoístas e não tinham amor nem misericórdia.

"O Porteiro", a saber, Deus, permitiu ao Senhor Jesus acesso às ovelhas. Os israelitas piedosos, que esperavam pelo Messias (como Simeão, Ana, os discípulos, Maria e Marta, e muitos outros), ouviram a Sua voz e O reconheceram (compare Jo 1:43-50), seguiram após Ele e se associaram a Ele fora do sistema Judaico (Curral das Ovelhas). Aí passou a existir um novo foco de atração: O Senhor Jesus. Um exemplo exato disso é o cego de nascença, que não apenas saiu, mas foi expulso do sistema judaico.

  1. Os fariseus não entenderam a parábola, por isso o Senhor Jesus diz: "Eu sou a porta". Como verdadeiro Pastor ele conduziu as ovelhas para fora do curral, com poder, pela Sua palavra. Mas na qualidade de "A Porta", Ele introduz as ovelhas nas novas e eternas bênçãos que trouxe. Não, não as conduz novamente a um curral (um sistema). O que é que as ovelhas encontram nEle? O Senhor o diz: "Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se ­á, e entrará, e sairá, e achará pastagens." Portanto, três coisas maravilhosas: Salvação, liberdade e Pastagem. - "Salvação", porque possuem o Senhor Jesus, o Salvador; "Liberdade", porque não há necessidade de um cerco da lei, que por meio de estatutos e sacrifícios os livre da mão do inimigo, pois pela Nova Vida e pelo Espírito Santo estão separados do anal; e "Pastagem", porque o Pastor lhes dá refrigério e bênção, e porque nEle estão todas as fontes. Ele se tomou a alegria e o prazer dos seus corações, tanto neste tempo presente como para a eternidade.

Para as ovelhas que assim foram separadas (o remanescente judeu) Ele é "o Bom Pastor" (* Compare v.11-16), ao dar a Sua vida por elas. Mesmo agora, após a Sua morte, estando no céu (aparentemente longe delas), conhece as suas ovelhas tão bem como o Pai O conhece. Por meio do Espírito Santo que enviou, a relação entre o Senhor e as Suas ovelhas se tomou mais íntima do que seria caso Ele tivesse ficado aqui na terra. Quão magníficas são as relações entre o Senhor Jesus, o Grande e Bom Pastor que está no céu, e os seus cordeirinhos! .

A morte do Bom Pastor não somente beneficiou as ovelhas de Israel, mas também os pobres gentios: "Um rebanho", "Um Pastor" (* Ef 2:13-18). Onde foi feita esta unificação? Na cruz (Jo 11:52) e por meio do Espírito Santo (1 Co 12:13).

Não foi somente às ovelhas que a morte do Senhor Jesus produziu salvação e bênção. Sua morte tem também um valor infinito para Deus: "Por isso o Pai me ama, porque dou a minha vida". A obediência do Filho, até à morte, foi preciosa para Deus.

Por fim temos ainda que a salvação das "ovelhas" é uma salvação eterna, e as "ovelhas" estão eternamente seguras nas fortes mãos do Bom Pastor, e de Deus o Pai, que as deu ao Senhor Jesus (* versos 27-30).

Assim, temos visto que as ovelhas do Senhor Jesus estão protegidas em todos os sentidos. No Senhor Jesus elas possuem:

  1. Salvação quanto ao seu passado (v. 9)
    2. Pastagem para o presente (v.9)
    3. Vida Eterna e Segurança para o futuro (v.28-29)

Que porção gloriosa e bem­-aventura sorte têm todos os Cordeirinhos do Senhor Jesus! Mas... como é que se identificam os Cordeirinhos do Senhor Jesus? Eles ouvem a Sua voz e O seguem (v.27).

 

Arrebatado pelo esposo e vindo com o rei. (parte 1)