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O que é o Mundo e como o Cristão deve viver nele:

Pedimos uma especial atenção dos nossos leitores para as lil1has que se seguem. Elas põem em destaque, de modo impres­sionante, o que é o mundo, este sistema de que Satanás é o príncipe, e onde ele tudo dispôs para arrastar as almas para longe de Cristo, oferecendo a cada um o que de mais acordo está com o temperamento deste. Mesmo no domínio religioso, Satanás sabe imitar o fruto da vida divina, dando uma aparência de piedade ao que é destinado apenas a satisfazer a carne, a procurar uma certa consideração pelos "benfeitores" deste Mundo.

Mas,     embora Satanás contrafaça a obra de Deus, os remidos do Senhor devem ser como Jesus Cristo, "cheios de compaixão perante os sofrimentos dos que os rodeiam, cheios de amor pelas almas que se vão para longe de Deus. "Não do Mundo", como o Senhor Jesus não era do mundo, mas também "enviado ao Mundo" (João 17:16-18), como o Pai O tinha enviado a Ele.

Abraão continuava sobre o monte, orando por Sodoma, e não ia misturar-se com os homens da cidade; mas quando Lá, "seu irmão", foi levado cativo, não teve medo de ir com "os seus homens mais capazes" para o livrar. O bom Samaritano, "que seguia o seu caminho", curvou-se "cheio de compaixão" sobre o ferido, à beira da estrada, enquanto que os religiosos, conscientes das suas prerrogativas, passavam ao largo!

Se, por um lado, a Palavra de Deus nos ensina a fugir de toda a conformidade com o Mundo (Romanos 12:2) e de toda a sua amizade (Tiago 4:4), mostra-nos também que, tal como o divino Estrangeiro aqui na terra, estamos constantemente em contato com o Mundo. Não para aqui encontrarmos a nossa parte. Nenhuma comunhão é possível entre o filho de Deus e o sistema de Satanás; mas para aqui "resplandecermos como astros", preservando a Palavra da Vida" (Filipenses 2: 15-16), cheios de compaixão pelas "ovelhas que não têm pastor" (Mateus 9:36),

inclinando-nos também sobre os "pequeninos" que têm fome, ou sede, que estão nus ou enfermos, ou na prisão (Mateus 23:35-36); Tiago 2: 15-16). E isso, não para merecermos a aprovação do Rei, como os de uma outra dispensação, mas para andarmos nos traços d’Aquele cujo amor, pela graça de Deus, aprendemos a conhecer, considerando-O no Seu maravilhoso caminho através do Mundo, cujo príncipe, Satanás, não tinha “nada nEle” (João 14:30).

J.N. Darby

 

Cristo, O Nosso Exemplo