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As festas do Senhor (parte 4)
As festas do Senhor (parte 4)

As festas do Senhor (parte 4)

 

"Um sacrifício de oferta pacífica.”

Como é bem conhecido, a oferta pacífica leva consigo a idéia de comunhão, um maravilhoso âmbito de comunhão. Este tem sido hoje trazido à existência, baseado na morte de Cristo. Esta oferta não tinha sido mencionada neste capítulo até então. Comunhão não poderia começar até que, da parte de Cristo, descesse o Espírito Santo e unisse esse grupo no que é agradável e no gozo de tudo que Cristo efetuou. Isto começou no dia de Pentecoste, como visto no segundo capítulo de Atos. "E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão" (u.42). É a comunhão que somente pode ser realizada no poder do Espírito de Deus. Temo-Ia na congregação local à qual pertencemos, 1 Co 1:9. "Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo." Temo-Ia também em nossas almas pelo Espírito, à medida que somos levados à comunhão com o Pai e o Filho, 1 Jo 1:3. Isto é individual. Começando com o dom do Espírito proveniente do alto, somos conduzidos· à comunhão com os santos coletivamente e à comunhão com o Pai e o Filho, individualmente. Cristo, como a oferta pacífica, é o centro de tudo isso. A melhor descrição desse imenso privilégio é encontrado em Lucas 15. Aqui temos o pai com o filho mais jovem e todos mais que estavam lá, alimentando-se e deleitando-se juntos, no momento em que todos participavam do novilho cevado. Isso é, em figura, o cristianismo hoje.

"E o sacerdote os moverá com o pão das primícias como uma oferta movida perante Jeová, com os dois cordeiros: eles serão santos a Jeová, para o sacerdote" (v. 20, Versão New Translation).

A apresentação dessas coisas "perante" Jeová com o pão é visando a que os olhos de Deus possam descansar em todos eles; ver cada característica de Seu Filho apresentada em associação com os pães, de modo que Ele possa dar graça àqueles de Quem esses pães falam, na visão de Deus. Há quatro declarações que ocorrem repetidamente nos livros de Moisés e uma palavra sobre elas será útil. "Como o SENHOR"; "Do SENHOR"; "Perante o SENHOR"; "Ao SENHOR". Como o SENHOR é usualmente seguida de "ordenara Moisés" . Isto envolve nossa parte:

Obediência. Do SENHOR nos diz que qualquer que seja o assunto ele é divino em origem. Perante o SENHOR séria tudo que fazemos perante Ele para Seu deleite. Ao SENHOR seria tudo que retribuímos de volta a Ele ou Lhe oferecemos diretamente. Daqui, em nosso serviço para Ele, se aceitamos em obediência aquilo que é d'Ele, e manter isso em nossos corações perante Ele, teremos muito que retribuir ao Senhor, como resposta, em louvor e adoração. Esta acreditamos ser a ordem.

Havendo esses dons sido apresentados, é-nos dito que eles eram .. santos ao Senhor, para o sacerdote". Essas são as coisas que sustentam o sacerdócio ­Cristo e tudo que Ele é em associação com Seu povo. Ele não poderia aceitar Seu sacerdócio à parte de Seu povo. Não haveria nenhuma lógica nisso. Notamos como o sacerdote era apresentado com o feixe movido. Aí está Cristo, Aquele que tem ido e aberto o caminho de acesso à presença de Deus. Mas essa festa nos mostraria que o sacerdócio está ativo em relação ao grupo cristão. Se recorrermos à Epístola aos Hebreus, onde esse assunto está tão plenamente desenvolvido, aprendemos no capitulo 9 que, tendo obtido eterna redenção, Cristo entrou na Santo dos Santos, v.12. Em resposta a isso, no capítulo 10, somos exortados a entrar também, v.19. Cristo é visto vestido com a vestidura de glória e beleza, no capitulo 9, - a resposta a Arão no dia da consagração. Mas, no capítulo 10, Ele é melhor visto com um grupo, a resposta aos filhos de Arão. No capitulo 9, Ele está ali por nós. Isto é representação. No entanto, no capitulo 10, temos o nosso lugar ali também. Isso é associação. Arão não somente tinha um conjunto de vestiduras oficiais, ele tinha uma família apenas de filhos. Suas vestiduras foram feitas para que ele pudesse representar o povo na presença de Deus. Ele podia ir ali, mas eles não podiam. Por outro lado, seus filhos eram ungidos com ele, a fim de que eles pudessem compartilhar com ele do privilégio sacerdotal. Estamos nós tão contentes com a representação, que deixamos de usufruir do privilégio da associação? Esta é justamente a diferença entre Hebreus 9 e 10. Como sacerdote, Ele tem ido para dentro. Por causa disso, como sacerdotes, nós podemos ir para dentro. Por essa razão a exortação, "Aproximemo-­nos".

"E fareis uma proclamação no mesmo dia uma santa convocação será ela a vós: nenhuma obra servil fareis: (é) uma lei perpétua em todas as vossas moradas, pelas vossas gerações" (v. 21, Versão New Translation).

Chegamos agora nesta festa para "uma santa convocação". Em qualquer exercício que temos em nossa vida individual neste mundo, nunca devemos esquecer do prazer que Deus tem em reunir o Seu povo. Se nós andamos perante Ele, agradáveis à Sua vista, verdadeiramente valorizaremos e seremos uma ajuda à "santa convocação”. Que privilégio, conquanto livres das coisas legítimas - obra servil reunimo-nos para desfrutar do circulo de bênção que é nosso em Cristo. Não para assumir esse serviço para Cristo como obra servil, nem para buscar adorar a Deus de uma maneira servil, mas na liberdade da filiação pelo Espírito, louvar e adorar ao Pai em Espírito e em verdade. Isso produziria os elementos de uma festa a Deus quando estiverem em "santa convocação".

"Um estatuto perpétuo."

Isto nos preveniria contra as inovações modernas nas coisas de Deus. Essa festa tem aberto prefiguradamente a grande resposta a tudo que Cristo tem realizado, e tudo feito efetivo hoje no grupo cristão. A verdade de tudo isso surgiu no começo da dispensação e seremos sábios se perseverarmos até o fim. Não é apenas "em todas as vossas moradas", mas também "pelas vossas gerações". Talvez tenha havido nas subseqüentes gerações aqueles que pensavam que a festa era obsoleta. Quem sabe? Mas, talvez, tenha sido esse mesmíssimo mal que no final das contas reduziram-nas a "festas dos Judeus". Um estatuto perpétuo guardaria o fiel de qualquer pensamento dessa natureza. Antes, nestes dias de modernismo nas coisas de Deus, vamos lutar "diligentemente pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos" (Judas 3). Então seremos capazes de dar resposta a todas as responsabilidades e desfrutar de todos os privilégios que são nossos, assim como a nova oferta de manjares e, guardando essas coisas invioláveis em afeição nas nossas almas, produzir aquilo que será verdadeiramente uma festa ao nosso Deus.

Dispensacionalmente, estas quatro festas nos põem diretamente em dia nos caminhos do tempo de Deus. Começando com a festa da Páscoa - a morte de nosso Senhor para redimir um povo a Deus. A festa dos Pães Asmos - o despir prático de todo mal ao alimentarmo-nos de Cristo como comida para nossas almas. O Feixe das Primícias - Cristo na ressurreição. A Nova Oferta de Manjares - um grupo associado com o Cristo ressuscitado dos mortos, reproduzindo Suas características neste mundo no poder do Espírito de Deus, enviado por um Cristo glorificado no dia do Pentecoste. Isto é cristianismo, nosso dia, começando no primeiro dia da semana, quando Cristo foi ressuscitado dentre os mortos. Ainda estamos nesse período e estaremos até ouvirmos o CLAMOR do Senhor; então nós deixaremos o cenário dos caminhos do tempo de Deus na terra para preencher nosso lugar no céu. Israel e uma parte dos gentios serão então levantados a testemunhar para Deus neste mundo, embora não pareça que alguns gentios sejam mencionados neste capítulo. Temos que recorrer ao livro de Apocalipse para esse entendimento, capo 7:9-17. Assim, as quatro primeiras festas tiveram seu cumprimento hoje no cristianismo. As três últimas festas esperam o cumprimento nos dias quando Israel será mais uma vez chamado por Deus, para preencher seu lugar designado no "mundo que há de vir" (Hb 2:5). Haverá uma época entre a ida da Igreja para a glória e a ostentação daquela glória no reino vindouro. Daqui o despertar de Israel; o seu arrependimento nacional e livramento final estão todos prefigurados nas próximas três festas. Antes de tocar nelas de qualquer modo, devemos dizer alguma coisa acerca do verso 22. Uma olhadela na Bíblia em inglês, versão Nova Tradução (New Translation), mostrará que este verso está no mesmo parágrafo que a nova oferta de manjares, associando-a assim com as quatro primeiras festas.

"E quando segardes a messe da vossa terra, não segareis completamente a messe dos cantos do vosso campo, e não ajuntareis as espigas da vossa messe: Para o pobre e para o estrangeiro as deixareis: Eu sou Jeová vosso Deus" (v.22, Versão New Translation). 

Alguns têm pensado que esse verso sugere os gentios entrando para partilhar escassamente das bênçãos de Israel, mas esse dificilmente pode ser o significado do verso. Ora, as bênçãos de hoje têm ido além de qualquer coisa prometida a Israel. Julgamos que isso apresenta uma transposição deste grande dia do Cristianismo para apoiar um remanescente que realizará essa tarefa por Deus até que Israel publicamente ocupe seu lugar no mundo vindouro. Depois de alimentar os cinco mil, lemos que sobejaram doze cestos de pedaços, Mt 14. Um para cada tribo das doze de Israel. Pensamos que estes fragmentos podem ser encontrados em lugares como os primeiros dez capítulos do Evangelho de Mateus. "Não acabareis de percorrer as cidades de Israel, até que venha o Filho do homem" (Mt 10:23). Esta comissão nunca foi completamente levada a cabo devido à rejeição de Cristo. Como resultado de Sua morte e ressurreição, lemos que outra comissão foi dada a eles no capítulo 28 deste Evangelho. Há pouquíssimas dúvidas de que esta comissão no capítulo 10 será o Evangelho que o remanescente aceitará depois que a Igreja tiver ido para a glória. É o preparativo para o advento do Messias. Isso leva a uma outra interessante conexão nesse assunto, pois João Batista foi o selecionado para preparar o caminho para a vinda do Messias, e vemos, em sua história, ensinar que Israel ainda passará por isso outra vez, no entanto, na próxima vez o resultado será diferente.

No último livro do Antigo Testamento, Jeová deixou uma promessa de que antes que venha o dia do Senhor, Ele os enviaria Elias, MI 4:5. Estamos claramente informados que João Batista foi o cumprimento da promessa. Na anunciação do nascimento de João, o anjo diz: "E irá adiante dele no espírito e poder de Elias". Em adição a isto, temos o próprio testemunho de nosso Senhor. Falando de João, Ele disse: "E, se o quereis reconhecer, ele mesmo é Elias, que estava para vir" (Mt 11:14). Contudo, outra vez, nosso Senhor teve que dizer a Seus discípulos: "Eu, porém, vos declaro que Elias já veio, e não o reconheceram, antes fizeram com ele tudo quanto quiseram. Assim também o Filho do homem há de padecer nas mãos deles" (Mt 17: 12). É notável em vista de todos esses testemunhos que, quando os fariseus perguntaram a João se ele era Elias, ele disse, "Não sou" (Jo 1:21). Por quê? A resposta foi dada pelo nosso Senhor. "Se o quereis reconhecer:” Assim, João era Elias a todos que o reconheceram. Para aqueles que o rejeitaram ele não era. As pessoas que lhe perguntaram se ele era Elias foram as mesmas pessoas que rejeitaram o seu testemunho, e mais tarde crucificaram Aquele de quem João testemunhou. Para eles certa­mente ele não era Elias. Mas para as almas simplórias, como as dos discípulos, ele era exatamente o Elias. Agora, em João temos o cumprimento da proclamação profética de Malaquias. Deste fato o Senhor outra vez dá testemunho. Ele foi a súmula de todas as profecias do Antigo Testamento que apontavam para o Messias. "Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João" (Mt 11: 13). E a ele foi dado apresentar a maravilhosa resposta a tudo que Deus prometeu quando introduziu o Seu Cristo. Começando com João e continuando com o ministério primitivo de nosso Senhor, temos o reino apresentado a Israel, em conformidade com as palavras proféticas do Antigo Testamento. Isso é plenamente apresentado no registro do Evangelho de Mateus. No entanto, surgiu uma crise. O povo que rejeitou João deixou claro que eles não aceitariam Aquele de quem João testemunhava; e quando chegamos ao capítulo 11 daquele Evangelho, descobrimos que o Rei está em rejeição. Dos mesmos lábios que pronunciaram as palavras "bem-aventurado,... bem-aventurado", ouvimos agora, "ai,... ai" (Mt 5:3;11:21). Se aprendemos do capítulo 11 que Israel rejeitou seu Rei, aprendemos do capítulo 12 que o Rei agora rejeita Israel. Então segue-se do capítulo 13 ao 18 o desabrochar do novo vaso que o nosso Senhor chama de "minha Igreja" (Mt 16:18). Para o momento - no ministério de nosso Senhor - a apresentação do reino a Israel em relação às profecias do Antigo Testamento está interrompida e a Igreja é introduzida. Agora que essa verdade tem sido exposta, o Senhor diz aos Seus discípulos para não pregá-LO mais como o Messias, Mt 16:20. Ele falou da Igreja e por este vaso Ele estava agora empenhando-se; conseqüentemente, Sua apresentação a Israel como o seu Messias deveria cessar até que esta era fosse terminada. Quando isso acontecer, Ele retomará outra vez a Israel. Como Ele começará outra vez? Cremos ser da mesma maneira que Ele começou no princípio, nos primeiros capítulos do Evangelho de Mateus. A ligação futura pode ser vista em Apocalipse 11. As duas testemunhas combinarão os ministérios de Moisés e de Elias. Novamente este será o cumprimento de Malaquias 4:5. Tendo falhado a primeira vez por causa da rejeição de Israel ao seu Rei, a ligação novamente entrará em cena. Estas acreditamos serem as ligações na série: Elias; João Batista; uma das testemunhas. O reino do Messias sobre Israel não foi abandonado, ele meramente foi posto de lado até que coisas maiores e mais abençoadas tenham sido asseguradas no grupo celestial. Esse verso de Levítico 23 que estamos considerando tem esta transição em vista. É a preparação para a ressunção dos caminhos de Deus com Israel que está em vista. Assim começamos a perceber por que João era Elias e por que ele ao mesmo tempo também não o era.

A comissão sobre a qual João discute com os fariseus, procede de Is 40:3. Este capítulo começa uma nova seção na profecia de Isaías, e neste ponto introduz o Servo de Jeová. Esta seção vai do capítulo 40 ao 48. Nela temos muitos detalhes da apresentação do Messias a Israel, e Sua rejeição está claramente prenunciada. Em verdade, o capítulo 42 é citado em referência ao nosso Senhor em Mateus 12, o mesmíssimo capítulo onde Ele é visto como em rejeição, e deste momento em diante volta-Se aos gentios, Is 42:1-4; Mt 12:18-21. Eis o porquê de João ter tirado sua mensagem desta profecia, quando falava às mesmas pessoas que rejeitaram o Cristo e buscaram Sua destruição. "Voz do que clama no deserto" (Is 40:3). Tem sido freqüentemente percebido que o Apóstolo João começa seu Evangelho com a rejeição de Cristo desde o começo, e é neste Evangelho que João Batista diz que ele não era Elias. A conclusão é clara. Foi a primeira apresentação do Messias a Israel num aspecto humilde e foi para a percepção da fé que Ele foi apresentado. Aqueles que tinham fé e receberam João, obtiveram a bênção trazida pelo Senhor. A nação como tal O recusou; ainda tem que esperar um cumprimento futuro destas mesmas coisas antes que eles também sejam introduzidos. Acreditamos que toda esta base introdutória tem que ser feita outra vez com Israel no futuro. A próxima vez, quem quer que seja que ocupe o cargo, será Elias às nações, e os eleitos segundo a graça o receberão como tal. Não pensamos que João voltará novamente, tanto como ele era Elias. É o espírito da coisa e não os homens mesmos que está em foco. Elias foi o homem que buscou chamar de volta Israel à adoração do único verdadeiro Deus. João veio com a mesma mensagem e, conseqüentemente, é tido como Elias por nosso Senhor, não obstante o anjo tenha dito "no espírito e poder de aas". Acreditamos que isso acontecerá novamente nos dias quando Apocalipse 11 for consumado. Estamos simplesmente tentando mostrar o cenário deste período de transição predito nesse verso.

Uma ceifa tem sido reunida para o mover do feixe e a nova oferta de manjares nos dá a reunião de ambas, a saber: da cevada e do trigo. É o respigar deste campo no final e não no começo, como alguns tem estranhamente pensado. As doze cestas cheias de pedaços apresentam a mesma ideia. É provisão para sustentar um remanescente até que Israel esteja nacionalmente em seu lugar diante de Deus.

Podemos recorrer a uma figura disto no livro de Rute. Aqui, acreditamos que temos uma figura do retorno de Israel, apesar de termos freqüentem ente desfrutado da aplicação individual também. Em Elimeleque e Noemi temos uma figura da nação dando suas costas a Deus e procurando comodidade e contentamento entre os gentios. O pai deles, Jacó, de antemão profetizou que fariam isso, Gn 49: 15. E1imeleque teve chance de ir a mais de um lugar. Ele deve ter olhado para o Sul. Mas isso significava o Egito, a terra que Deus tinha julgado. Talvez ele estivesse temeroso de ir por esse caminho. Então, ele deve ter olhado para o Norte, mas era Babilônia - o lugar de idolatria. O temor também deve tê-lo impedido de ir por esse caminho. Ele voltou os seus olhos para o oriente - Moabe. Sim, esse é o lugar. Moabe mostra comodidade para a carne, Jr 48: 11. Depois de tudo, ele deve ter acionado - como uma vez um judeu ortodoxo fez comigo - Deus não é o que pensamos ser Ele.

Havia uma fome na terra.

Aparentemente eles não tinham consciência de que a fome era por causa de seu próprio fracasso. Desse modo, a mesma coisa que E1imeleque tentou evitar ao deixar o centro divino, o encontrou em Moabe. Ele morreu ali. Verdadeiramente, a nação deve ter se precipitado em mais dificuldades fora de sua terra do que jamais sofreu quando esteve nela. Não é de se admirar, como Noemi, que eles estivessem ansiosos para voltar. Noemi representa o remanescente que volta; Elimeleque, a parte incrédula da nação que não retoma. Rute representa os gentios que serão introduzidos na bem aventurança em companhia do remanescente de Israel. "O teu Deus é o meu Deus." Israel partiu cheio. Deus os traria para casa novamente vazios. Eles confessariam que foram responsáveis pela partida, mas foi Deus quem os trouxe para casa, capo 1:21. Rute tornou­-se a espigadora nos campos de Israel, e é digno de nota que temos a primeira menção de Davi neste livro, capo 4:22. Gostamos de pensar em Noemi como a pobre e Rute como a estrangeira, e associar a figura com esse verso em Lv 23:22. Assim cremos que uma exata porção será obtida ainda do campo da igreja, a qual sustentará este remanescente, até que suas bênçãos em Cristo estejam em sua posse. Esses gentios ainda obterão a vantagem de ambos, tanto a da ceifa da cevada como a do trigo, * e Davi será o seu rei, caps. 2,4:22.

 

Continua em As festas do Senhor (parte 5)